Canal Q arranca segunda-feira
Segunda-feira começam as emissões do canal Q, a aventura Meo das Produções Fictícias, soube o PÚBLICO. O dia televisivo deste novo canal só começa pelas 21h45 e estende-se até às 24h, mas os seus conteúdos existem em vídeo-on-demand a toda a hora, alimentados por uma equipa de mais de 40 pessoas, entre jornalistas, criativos e pessoal técnico. O Q é um exclusivo Meo, ocupará a posição 15 do pacote básico do operador da Portugal Telecom e é hoje apresentado em Lisboa.
Fazem parte da equipa o chefe de redacção Luís Gouveia Monteiro, os jornalistas João Pacheco, Ana Markl, Catarina Homem Marques e Teresa Peres, entre outros. Nuno Markl e Guta Moura Guedes são as caras dos dois programas já conhecidos como âncora do Q – Markl apresenta o magazine A Rede, vocacionado para a cultura pop e entretenimento; a presidente da ExperimentaDesign é a anfitriã de As Cidades Visíveis, talk show sobre as cidades criativas.
Outro magazine, semanal, é Sacanas sem Lei, dedicado à conversa sobre futebol e com as participações de Leonor Pinhão, José de Pina e João Bonifácio. Os programas do Q, que contam com equipa de jornalistas e criativos a trabalhar em conjunto, são produzidos pelas Produções Fictícias e têm a parceria da produtora de conteúdos design, arquitectura e cultura Experimenta e da How (HorseOnWheels) na criação de cenários e da identidade gráfica do canal.
As emissões começam dia 29, às 21h45, mas a filosofia do canal passa pela ideia de que o horário nobre é quando o espectador quiser – os conteúdos do canal estão disponíveis em permanência na plataforma vídeo-on-demand do operador de IPTV (Internet Protocol Television) Meo. A expectativa é que inicialmente os espectadores adiram sobretudo às emissões em horário nobre, mas que gradualmente passem a distribuir-se, em termos de audiências, igualmente por ambas as plataformas. A Entidade Reguladora da Comunicação (ERC) autorizou o início das emissões do novo canal a 11 de Fevereiro e da grelha-tipo submetida pelas PF à ERC constam os talk shows e magazines de 50 minutos, mas também rubricas de 5 a 15 minutos.
Quanto à viabilidade económica do projecto, a ERC deliberou também favoravelmente, referindo o “investimento reduzido, integralmente financiado por capitais próprios, um free cash flow positivo a partir do primeiro ano de projecções e pelo suporte financeiro e uso de infra-estruturas da Produções Fictícias”. As Produções Fictícias, contactadas pelo PÚBLICO, não quiseram avançar dados sobre os valores investidos neste negócio nem a duração do contrato com o Meo.
Fonte: Público
Fazem parte da equipa o chefe de redacção Luís Gouveia Monteiro, os jornalistas João Pacheco, Ana Markl, Catarina Homem Marques e Teresa Peres, entre outros. Nuno Markl e Guta Moura Guedes são as caras dos dois programas já conhecidos como âncora do Q – Markl apresenta o magazine A Rede, vocacionado para a cultura pop e entretenimento; a presidente da ExperimentaDesign é a anfitriã de As Cidades Visíveis, talk show sobre as cidades criativas.
Outro magazine, semanal, é Sacanas sem Lei, dedicado à conversa sobre futebol e com as participações de Leonor Pinhão, José de Pina e João Bonifácio. Os programas do Q, que contam com equipa de jornalistas e criativos a trabalhar em conjunto, são produzidos pelas Produções Fictícias e têm a parceria da produtora de conteúdos design, arquitectura e cultura Experimenta e da How (HorseOnWheels) na criação de cenários e da identidade gráfica do canal.
As emissões começam dia 29, às 21h45, mas a filosofia do canal passa pela ideia de que o horário nobre é quando o espectador quiser – os conteúdos do canal estão disponíveis em permanência na plataforma vídeo-on-demand do operador de IPTV (Internet Protocol Television) Meo. A expectativa é que inicialmente os espectadores adiram sobretudo às emissões em horário nobre, mas que gradualmente passem a distribuir-se, em termos de audiências, igualmente por ambas as plataformas. A Entidade Reguladora da Comunicação (ERC) autorizou o início das emissões do novo canal a 11 de Fevereiro e da grelha-tipo submetida pelas PF à ERC constam os talk shows e magazines de 50 minutos, mas também rubricas de 5 a 15 minutos.
Quanto à viabilidade económica do projecto, a ERC deliberou também favoravelmente, referindo o “investimento reduzido, integralmente financiado por capitais próprios, um free cash flow positivo a partir do primeiro ano de projecções e pelo suporte financeiro e uso de infra-estruturas da Produções Fictícias”. As Produções Fictícias, contactadas pelo PÚBLICO, não quiseram avançar dados sobre os valores investidos neste negócio nem a duração do contrato com o Meo.
Fonte: Público
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