Corpo de Leandro encontrado no Tua
O corpo de Leandro Pires, de 12 anos, o menino de Mirandela que saiu da escola em horário escolar, onde alegadamente seria vítima de "bullying" (violência física ou verbal continuada), foi hoje encontrado no Tua, a 12 quilómetros do local onde desapareceu.
O corpo foi encontrado por um pescador e depois levado para a morgue de Mirandela, onde foi autopsiado durante esta manhã.
Os pais da criança estiveram no local, acompanhados de psicólogos, para fazerem o reconhecimento do corpo e preferiram recatar-se das perguntas da comunicação social.
O funeral realiza-se amanhã, às 10h00, na aldeia de Cedaínhos, no concelho de Mirandela, onde reside a família.
Leandro, de 12 anos, desapareceu no rio Tua a 2 de Março, junto ao parque de merendas de Mirandela, a alguma distância da escola.
O caso foi associado a violência escolar e o afogamento da criança a uma alegada tentativa de suicídio.
A PSP concluiu, porém, que o jovem não se pretendia suicidar, mas apenas chamar a atenção. Depois de ouvir o testemunho de inúmeros colegas, familiares e professores, a PSP acredita que Leandro entrou nas águas do Tua com a intenção de sair, o que não foi possível devido à forte corrente do rio.
O perfil da criança traçado pelos investigadores não retrata Leandro apenas como vítima de violência escolar, mas também como agressor. Aliás, o relatório da PSP, já entregue ao Ministério Público, dá conta que a violência era uma constante na Escola EB 2,3 Luciano Cordeiro, em Mirandela.
Fonte: Público
O corpo foi encontrado por um pescador e depois levado para a morgue de Mirandela, onde foi autopsiado durante esta manhã.
Os pais da criança estiveram no local, acompanhados de psicólogos, para fazerem o reconhecimento do corpo e preferiram recatar-se das perguntas da comunicação social.
O funeral realiza-se amanhã, às 10h00, na aldeia de Cedaínhos, no concelho de Mirandela, onde reside a família.
Leandro, de 12 anos, desapareceu no rio Tua a 2 de Março, junto ao parque de merendas de Mirandela, a alguma distância da escola.
O caso foi associado a violência escolar e o afogamento da criança a uma alegada tentativa de suicídio.
A PSP concluiu, porém, que o jovem não se pretendia suicidar, mas apenas chamar a atenção. Depois de ouvir o testemunho de inúmeros colegas, familiares e professores, a PSP acredita que Leandro entrou nas águas do Tua com a intenção de sair, o que não foi possível devido à forte corrente do rio.
O perfil da criança traçado pelos investigadores não retrata Leandro apenas como vítima de violência escolar, mas também como agressor. Aliás, o relatório da PSP, já entregue ao Ministério Público, dá conta que a violência era uma constante na Escola EB 2,3 Luciano Cordeiro, em Mirandela.
Fonte: Público
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