Gripe H1N1 voltou ao Reino Unido
Pelo menos dez pessoas morreram ao longo das últimas seis semanas no Reino Unido, devido a um novo surto do vírus gripal H1N1 que causou um alerta global e milhares de mortos em todo o mundo no ano passado.
A Agência britânica de Protecção da Saúde (HPA) confirmou, ainda no sábado, que os dez mortos eram todos adultos com menos de 65 anos, a maioria já com problemas clínicos anteriores, mas alguns “estavam saudáveis” antes de contraírem a doença.
“Ao longo das últimas semanas assistimos a um aumento no número de casos de gripe sazonal, incluindo os de H1N1 e gripe B. Temos igualmente recebido relatórios de doentes em estado que requer hospitalização assim como surtos de gripe nas escolas”, explicou o director do departamento de doenças respiratórias da HPA, John Watson.
A agência recomendou que os cidadãos britânicos se vacinem contra a gripe, depois de as primeiras notícias sobre as recentes mortes terem sido avançadas pelo jornal britânico “The Independent”.
A H1N1 surgiu em Março de 2009 e rapidamente se espalhou pelo globo, com um balanço de 18.450 mortos, incluindo muitas mulheres grávidas, crianças e adolescentes, de acordo com balanço da Organização Mundial de Saúde. A OMS declarou o fim da pandemia em Agosto.
O responsável da HPA avançou que o Reino Unido parece estar na “linha da frente” deste novo surto, alertando que podem começar em breve a surgir casos em outros países europeus. Watson explicou ainda que é bastante comum que uma estripe da doença se torne na mais comum gripe sazonal no ano seguinte a ter sido pandémica, não sendo por isso surpresa assistir agora ao regresso da H1N1.
Fonte: Público
A Agência britânica de Protecção da Saúde (HPA) confirmou, ainda no sábado, que os dez mortos eram todos adultos com menos de 65 anos, a maioria já com problemas clínicos anteriores, mas alguns “estavam saudáveis” antes de contraírem a doença.
“Ao longo das últimas semanas assistimos a um aumento no número de casos de gripe sazonal, incluindo os de H1N1 e gripe B. Temos igualmente recebido relatórios de doentes em estado que requer hospitalização assim como surtos de gripe nas escolas”, explicou o director do departamento de doenças respiratórias da HPA, John Watson.
A agência recomendou que os cidadãos britânicos se vacinem contra a gripe, depois de as primeiras notícias sobre as recentes mortes terem sido avançadas pelo jornal britânico “The Independent”.
A H1N1 surgiu em Março de 2009 e rapidamente se espalhou pelo globo, com um balanço de 18.450 mortos, incluindo muitas mulheres grávidas, crianças e adolescentes, de acordo com balanço da Organização Mundial de Saúde. A OMS declarou o fim da pandemia em Agosto.
O responsável da HPA avançou que o Reino Unido parece estar na “linha da frente” deste novo surto, alertando que podem começar em breve a surgir casos em outros países europeus. Watson explicou ainda que é bastante comum que uma estripe da doença se torne na mais comum gripe sazonal no ano seguinte a ter sido pandémica, não sendo por isso surpresa assistir agora ao regresso da H1N1.
Fonte: Público
Dilma e Serra na segunda volta
Foi devido à votação em Marina Silva que Dilma Rousseff não conseguiu ser ontem eleita presidente do Brasil. Com 19,34 por cento, bem acima das sondagens, Marina tirou a maioria absoluta a Dilma, que ficou bem abaixo das sondagens, com 46,89. A candidata escolhida por Lula vai assim disputar a segunda volta dia 31 de Outubro com José Serra, que ficou em segundo lugar, com 33,10 por cento.
O objectivo de Marina era quebrar a lógica de plebiscito, de uma vitória de Dilma à partida, e conseguir levar a eleição para a segunda volta. Portanto, mesmo não sendo ela a passar, sai ganhadora, com um quinto dos votos brasileiros. Foi “a grande vencedora da noite, sem sombra de dúvida”, resumiu ao PÚBLICO a analista Renato Lo Prete, da Folha de São Paulo.
E tanto Serra como Dilma terão todo o interesse em conseguir captar esse capital político de Marina - quase 20 milhões de votos - na segunda volta.
Na sua sede de campanha, ontem à noite (madrugada em Lisboa), num clima de grande emoção, e visivelmente feliz, apesar de não ter voz, Marina recusou-se a optar por Serra ou Dilma a partir daqui, insistindo que essas precipitações são próprias da “velha política”.
Dentro do seu partido, o PV, houve sinais de possível apoio a Serra.
“O que vamos fazer é um processo”, anunciou Marina. “O partido vai ter de fazer uma discussão nas suas instâncias, e por respeito a quem fez aliança connosco. Estimular uma espécie de plenário com os núcleos vivos da sociedade que nos apoiaram. Mas o mais importante é que já contribuímos para que o Brasil tivesse um segundo turno.”
A expressiva votação de Marina teve ainda um factor importante, sublinha Renata Lo Prete: “Existe uma ideia muito difundida nas eleições aqui, segundo a qual os candidatos com um arco pequeno de partidos murcham na votação, porque têm tempo reduzido de TV.” O tempo tem a ver com a quantidade de partidos numa coligação. “A própria campanha de Dilma esperava que Marina fosse encolher. Mas a Marina conseguiu essa votação impressionante tendo um tempo de TV muito inferior à de Dilma e Serra.”
Agora, crê Lo Prete, no PT já deve haver gente interessada em fazer a ponte com Marina. Mas quando Marina estava no PT, e foi ministra de Lula ao lado de Dilma, as duas iniciaram uma “relação péssima”, que se mantém.
Para Marina, não vai ser um problema fácil de resolver: apoiar Serra ou Dilma, e conjugar isso com os desejos do PV.
Mais em: Público
O objectivo de Marina era quebrar a lógica de plebiscito, de uma vitória de Dilma à partida, e conseguir levar a eleição para a segunda volta. Portanto, mesmo não sendo ela a passar, sai ganhadora, com um quinto dos votos brasileiros. Foi “a grande vencedora da noite, sem sombra de dúvida”, resumiu ao PÚBLICO a analista Renato Lo Prete, da Folha de São Paulo.
E tanto Serra como Dilma terão todo o interesse em conseguir captar esse capital político de Marina - quase 20 milhões de votos - na segunda volta.
Na sua sede de campanha, ontem à noite (madrugada em Lisboa), num clima de grande emoção, e visivelmente feliz, apesar de não ter voz, Marina recusou-se a optar por Serra ou Dilma a partir daqui, insistindo que essas precipitações são próprias da “velha política”.
Dentro do seu partido, o PV, houve sinais de possível apoio a Serra.
“O que vamos fazer é um processo”, anunciou Marina. “O partido vai ter de fazer uma discussão nas suas instâncias, e por respeito a quem fez aliança connosco. Estimular uma espécie de plenário com os núcleos vivos da sociedade que nos apoiaram. Mas o mais importante é que já contribuímos para que o Brasil tivesse um segundo turno.”
A expressiva votação de Marina teve ainda um factor importante, sublinha Renata Lo Prete: “Existe uma ideia muito difundida nas eleições aqui, segundo a qual os candidatos com um arco pequeno de partidos murcham na votação, porque têm tempo reduzido de TV.” O tempo tem a ver com a quantidade de partidos numa coligação. “A própria campanha de Dilma esperava que Marina fosse encolher. Mas a Marina conseguiu essa votação impressionante tendo um tempo de TV muito inferior à de Dilma e Serra.”
Agora, crê Lo Prete, no PT já deve haver gente interessada em fazer a ponte com Marina. Mas quando Marina estava no PT, e foi ministra de Lula ao lado de Dilma, as duas iniciaram uma “relação péssima”, que se mantém.
Para Marina, não vai ser um problema fácil de resolver: apoiar Serra ou Dilma, e conjugar isso com os desejos do PV.
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“Larry King Live” acaba no Outono
Há 25 anos que os telespectadores da CNN estão habituados a ver as suas entrevistas, e já foram mais de 40 mil. Mas agora isso vai acabar. Larry King, o apresentador veterano da estação norte-americana, deixará de apresentar no Outono o seu “Larry King Live”.
King tem 76 anos e anunciou que quer passar mais tempo com a família. Nos últimos tempos tem visto as audiências do seu programa diminuírem, mas não será fácil bater o recorde que já inscreveu no Guiness Book – “Larry King Live” foi o programa que se manteve no ar mais tempo, no mesmo horário nobre e com o mesmo apresentador.
No seu blog, King anunciou que a CNN concordou em pôr fim ao programa no Outono e explicou: “Isso irá dar-me mais tempo a mim e à minha mulher para estar com os filhos”. Casado pela sétima vez com Shawn Southwick, chegou a dizer-se no início deste ano que o casal iria divorciar-se.
Ao anunciar o fim do seu programa, King disse ainda que continuará a fazer parte da “família CNN” e deixa em aberto a hipótese de vir a apresentar programas especiais sobre acontecimentos nacionais e internacionais. Na lista das pessoas que entrevistou estão todos os presidentes norte-americanos desde Gerald Ford, o que significa que sentou à sua secretária Jimmy Carter, Ronald Reagan, George Bush (pai), Bill Clinton, George W. Bush (filho) e Barack Obama.
Apesar da queda nas audiências, e dos milhares de telespectadores que a CNN tem perdido para estações como a Fox News ou a MSNBC, todas as noites o Larry King Live continua a ser visto por cerca de 725 mil pessoas.
Quando questionado acerca de quem gostaria que o substituísse na condução de um programa feito à semelhança do seu, King respondeu Ryan Seacrest, o apresentador do popular concurso americano “American Idol”. “Ele é curioso, interessante e é fácil de se gostar dele”, disse.
Fonte: Público
King tem 76 anos e anunciou que quer passar mais tempo com a família. Nos últimos tempos tem visto as audiências do seu programa diminuírem, mas não será fácil bater o recorde que já inscreveu no Guiness Book – “Larry King Live” foi o programa que se manteve no ar mais tempo, no mesmo horário nobre e com o mesmo apresentador.
No seu blog, King anunciou que a CNN concordou em pôr fim ao programa no Outono e explicou: “Isso irá dar-me mais tempo a mim e à minha mulher para estar com os filhos”. Casado pela sétima vez com Shawn Southwick, chegou a dizer-se no início deste ano que o casal iria divorciar-se.
Ao anunciar o fim do seu programa, King disse ainda que continuará a fazer parte da “família CNN” e deixa em aberto a hipótese de vir a apresentar programas especiais sobre acontecimentos nacionais e internacionais. Na lista das pessoas que entrevistou estão todos os presidentes norte-americanos desde Gerald Ford, o que significa que sentou à sua secretária Jimmy Carter, Ronald Reagan, George Bush (pai), Bill Clinton, George W. Bush (filho) e Barack Obama.
Apesar da queda nas audiências, e dos milhares de telespectadores que a CNN tem perdido para estações como a Fox News ou a MSNBC, todas as noites o Larry King Live continua a ser visto por cerca de 725 mil pessoas.
Quando questionado acerca de quem gostaria que o substituísse na condução de um programa feito à semelhança do seu, King respondeu Ryan Seacrest, o apresentador do popular concurso americano “American Idol”. “Ele é curioso, interessante e é fácil de se gostar dele”, disse.
Fonte: Público

