Vogue envolta em polémica
Thylane Lena-Rose Blondeau é modelo desde os quatro anos. Hoje tem dez. Apesar da tenra idade, a pequena francesa conta já com um currículo de fazer inveja a muitas modelos. Não é a primeira criança modelo, nem será a última. Mas é, com certeza, a primeira a fazer uma produção de moda para Vogue francesa, em poses sensuais e com roupas provocantes. As imagens estão a gerar controvérsia.
Roupas de alta-costura, sapatos de salto alto, jóias e muita maquilhagem, tudo o que super modelo precisa para uma produção de moda. Mas será apropriado essa modelo ter apenas dez anos? A questão está a ser discutida em todo o mundo, nas notícias e nas redes sociais. Em todas sobressai a ingenuidade de uma criança de dez anos para uma produção de moda feita a pensar na idade adulta.
As imagens de Thylane, que apareceram na edição francesa da Vogue Crianças de Dezembro/Janeiro e que voltaram a dar que falar na semana passada quando surgiram no programa “Good Morning America”, têm levantado questões sobre a sexualização das raparigas pequenas. Há quem argumente que a produção, assinada por Tom Ford, não passa de arte e de uma representação do universo feminino por crianças, mas são as vozes contra, em maior número, que se fazem ouvir. Falam de exploração infantil e responsabilizam os pais, a apresentadora de televisão Véronika Loubry e o ex-futebolista Patrick Blondeau. “Em vez de estarem em casa a brincar com o guarda-roupa das mães, estas crianças estão a crescer rápido demais”, escreveu o colunista Justin Fenner, num editorial no Styleite.com.
“É inapropriado e assustador, e eu nunca mais quero ver uma rapariga de dez anos com saltos altos num quarto com lençóis leopardo”, escreveu Chloe Angyal, editora da Feminsting.com.
Para a mãe da pequena modelo, estas críticas são inapropriadas. Em entrevista ao site francês jeanmarcmorandini.com, Véronika Loubry disse não entender a polémica. “Estas fotos são de Dezembro! É surpreendente que estejam a dar que falar sete meses depois... A única coisa que me choca nestas fotografias é o colar que ela usa que custa três milhões”, conta a mãe da criança, explicando que garante que a filha tem uma vida típica e adequada à sua idade. “Recusámos dez filmes, uma campanha para a Ralph Lauren... Eu recuso cerca de três quartos das coisas sugeridas. Por agora, ela tem uma vida normal, e aos 15 anos decidirá se este é realmente o seu trabalho.”
Muitas das estrelas da moda e do cinema iniciaram-se ainda em crianças. A actriz norte-americana Brooke Shields fez uma foto nua aos dez anos. Brigitte Bardot e Lindsey Wixson começaram a posar para os fotógrafos aos 15 anos.
No Reino Unido, onde foi recentemente aprovado pelo governo uma medida que limita a sexualização das crianças nos media, a porta-voz da Mothers' Union, reagiu à campanha, explicando ao “Daily Mail” que este tipo de fotografias “negam a Thylane o direito de ser a criança que é”.
A página do facebook de Thylane Lena-Rose Blondeau foi alvo de vários comentários contra a produção de moda, não estando mais disponível.
Fonte: Público
Roupas de alta-costura, sapatos de salto alto, jóias e muita maquilhagem, tudo o que super modelo precisa para uma produção de moda. Mas será apropriado essa modelo ter apenas dez anos? A questão está a ser discutida em todo o mundo, nas notícias e nas redes sociais. Em todas sobressai a ingenuidade de uma criança de dez anos para uma produção de moda feita a pensar na idade adulta.
As imagens de Thylane, que apareceram na edição francesa da Vogue Crianças de Dezembro/Janeiro e que voltaram a dar que falar na semana passada quando surgiram no programa “Good Morning America”, têm levantado questões sobre a sexualização das raparigas pequenas. Há quem argumente que a produção, assinada por Tom Ford, não passa de arte e de uma representação do universo feminino por crianças, mas são as vozes contra, em maior número, que se fazem ouvir. Falam de exploração infantil e responsabilizam os pais, a apresentadora de televisão Véronika Loubry e o ex-futebolista Patrick Blondeau. “Em vez de estarem em casa a brincar com o guarda-roupa das mães, estas crianças estão a crescer rápido demais”, escreveu o colunista Justin Fenner, num editorial no Styleite.com.
“É inapropriado e assustador, e eu nunca mais quero ver uma rapariga de dez anos com saltos altos num quarto com lençóis leopardo”, escreveu Chloe Angyal, editora da Feminsting.com.
Para a mãe da pequena modelo, estas críticas são inapropriadas. Em entrevista ao site francês jeanmarcmorandini.com, Véronika Loubry disse não entender a polémica. “Estas fotos são de Dezembro! É surpreendente que estejam a dar que falar sete meses depois... A única coisa que me choca nestas fotografias é o colar que ela usa que custa três milhões”, conta a mãe da criança, explicando que garante que a filha tem uma vida típica e adequada à sua idade. “Recusámos dez filmes, uma campanha para a Ralph Lauren... Eu recuso cerca de três quartos das coisas sugeridas. Por agora, ela tem uma vida normal, e aos 15 anos decidirá se este é realmente o seu trabalho.”
Muitas das estrelas da moda e do cinema iniciaram-se ainda em crianças. A actriz norte-americana Brooke Shields fez uma foto nua aos dez anos. Brigitte Bardot e Lindsey Wixson começaram a posar para os fotógrafos aos 15 anos.
No Reino Unido, onde foi recentemente aprovado pelo governo uma medida que limita a sexualização das crianças nos media, a porta-voz da Mothers' Union, reagiu à campanha, explicando ao “Daily Mail” que este tipo de fotografias “negam a Thylane o direito de ser a criança que é”.
A página do facebook de Thylane Lena-Rose Blondeau foi alvo de vários comentários contra a produção de moda, não estando mais disponível.
Fonte: Público
'LA Times' vence Pulitzer de Serviço Público
A conferência de imprensa dos prestigiados Prémios Pulitzers aconteceu esta segunda-feira em Nova Iorque. O jornal "Los Angeles Times" recebeu um dos prémios principais, o Pulitzer de Serviço Público.
A reportagem que denunciou a corrupção numa cidade pequena da Califórnia, Bel, valeu o prémio ao "Los Angeles Times".
Na fotografia, o "Los Angeles Times" também foi distinguido com um Pulitzer, na categoria reportagem.
O "The New York Times" também venceu dois Pulitzers, nomeadamente o de Informação Internacional, aos jornalistas Clifford J. Levy e Ellen Barry, e o de Comentário ao norte-americano David Leonhardt, "pela sua excelência a falar de questões económicas tão complicadas, desde o orçamento de estado ao sitema de saúde", sublinhou o júri.
Sem justificar a opção, o júri não entregou este ano o Pulitzer de Notícia de Última Hora, embora existissem três finalistas ("Chicago Tribune", "The Miami Herald" com "El Nuevo Herald" e "The Tennessean").
O prémio de Jornalismo de Investigação foi para Paige St. John, do jornal "Sarasota Herald-Tribune". A jornalista publicou uma investigação sobre o sistema de seguros na Florida, revelando dados surpreendentes que afectaram milhares de proprietários americanos.
O Pulitzer de "excelência editorial" foi para Joseph Rago, do "The Wall Street Journal" pelos seus editoriais "bem defendidos", escreve o júri no comunicado, sobre o sistema de sáude defendido pelo Presidente Obama.
No ano em que o Conselho de Administração dos prémios Pulitzer anunciou a mudança das regras do concurso com o objectivo de abrir o prémio aos novos formatos jornalísticos, a ProPublica, que já tinha feito história o ano passado ao ser a primeira redacção online a vencer um Pulitzer com um trabalho publicado na “New York Times Magazine”, venceu agora o galardão de Reportagem Nacional com um trabalho apenas publicado no online. O que até agora nunca tinha acontecido.
A 95ª edição dos prémios ficou ainda marcada pela diminuição de trabalhos submetidos a concurso, 1097, contra os 1103 do ano passado. Ao contrário da área das artes, que recebeu mais candidaturas. Destaque para Jennifer Egan, que recebeu o Pulitzer de Ficção com o livro A Visit from the Goon Squad e Siddhartha Mukherjee, distinguida com o de Não Ficção, por The Emperor of All Maladies: A Biography of Cancer.
A cerimónia de entrega dos prémios realiza-se em Maio, na Universidade de Columbia, em Nova Iorque.
Fonte: Público
A reportagem que denunciou a corrupção numa cidade pequena da Califórnia, Bel, valeu o prémio ao "Los Angeles Times".
Na fotografia, o "Los Angeles Times" também foi distinguido com um Pulitzer, na categoria reportagem.
O "The New York Times" também venceu dois Pulitzers, nomeadamente o de Informação Internacional, aos jornalistas Clifford J. Levy e Ellen Barry, e o de Comentário ao norte-americano David Leonhardt, "pela sua excelência a falar de questões económicas tão complicadas, desde o orçamento de estado ao sitema de saúde", sublinhou o júri.
Sem justificar a opção, o júri não entregou este ano o Pulitzer de Notícia de Última Hora, embora existissem três finalistas ("Chicago Tribune", "The Miami Herald" com "El Nuevo Herald" e "The Tennessean").
O prémio de Jornalismo de Investigação foi para Paige St. John, do jornal "Sarasota Herald-Tribune". A jornalista publicou uma investigação sobre o sistema de seguros na Florida, revelando dados surpreendentes que afectaram milhares de proprietários americanos.
O Pulitzer de "excelência editorial" foi para Joseph Rago, do "The Wall Street Journal" pelos seus editoriais "bem defendidos", escreve o júri no comunicado, sobre o sistema de sáude defendido pelo Presidente Obama.
No ano em que o Conselho de Administração dos prémios Pulitzer anunciou a mudança das regras do concurso com o objectivo de abrir o prémio aos novos formatos jornalísticos, a ProPublica, que já tinha feito história o ano passado ao ser a primeira redacção online a vencer um Pulitzer com um trabalho publicado na “New York Times Magazine”, venceu agora o galardão de Reportagem Nacional com um trabalho apenas publicado no online. O que até agora nunca tinha acontecido.
A 95ª edição dos prémios ficou ainda marcada pela diminuição de trabalhos submetidos a concurso, 1097, contra os 1103 do ano passado. Ao contrário da área das artes, que recebeu mais candidaturas. Destaque para Jennifer Egan, que recebeu o Pulitzer de Ficção com o livro A Visit from the Goon Squad e Siddhartha Mukherjee, distinguida com o de Não Ficção, por The Emperor of All Maladies: A Biography of Cancer.
A cerimónia de entrega dos prémios realiza-se em Maio, na Universidade de Columbia, em Nova Iorque.
Fonte: Público
Jornal exclusivo para iPad's
O magnata da comunicação social Robert Murdoch está a preparar o lançamento do "The Daily", um jornal que apenas será distribuído em IPad's e que está a gerar expectativa no sector dos media que procuram receitas inovadoras para sair da crise.
O diário electrónico, que deverá ser lançado no início de 2011, terá 100 empregados e terá um custo de quatro dólares mensais, terá actualização diária e obrigará a um investimento inicial de 30 milhões de dólares.
Os planos do lançamento estão a ser desenvolvidos na sede do grupo de media de Robert Murdock em Nova Iorque, onde estão também sediados títulos como o The Wall Street Journal e o canal de televisão Fox.
A especulação sobre quem irá integrar o novo diário, que se prevê seja de âmbito nacional e possam disponibilizar também colunas sociais ou crime, leva outros meios de comunicação a indicar que o jornal será rico em vídeos, gráficos interactivos e fotografias como refere o blog TechCrunch.
Fonte: JN
O diário electrónico, que deverá ser lançado no início de 2011, terá 100 empregados e terá um custo de quatro dólares mensais, terá actualização diária e obrigará a um investimento inicial de 30 milhões de dólares.
Os planos do lançamento estão a ser desenvolvidos na sede do grupo de media de Robert Murdock em Nova Iorque, onde estão também sediados títulos como o The Wall Street Journal e o canal de televisão Fox.
A especulação sobre quem irá integrar o novo diário, que se prevê seja de âmbito nacional e possam disponibilizar também colunas sociais ou crime, leva outros meios de comunicação a indicar que o jornal será rico em vídeos, gráficos interactivos e fotografias como refere o blog TechCrunch.
Fonte: JN


