Protecção Civil eleva para alerta laranja


A Autoridade Nacional de Protecção Civil alterou hoje de amarelo para laranja o alerta de mau tempo para Portugal continental, devido às previsões de agravamento do estado do tempo nas próximas horas. O alerta laranja, o segundo mais grave de uma escala de cinco, entra em vigor a partir das 14h00 de hoje e estende-se até ao meio-dia de sábado.

Segundo o alerta da Protecção Civil comunicado esta manhã, para todos os distritos do país é esperada a ocorrência de chuva intensa, vento forte e agitação marítima, que poderão provocar cheias rápidas, cortes de estrada devido a inundações, queda de árvores, deslizamentos de terras e acidentes de viação, bem como dificuldades com embarcações.

A Protecção Civil tinha accionado o alerta amarelo até às 20h00 de amanhã, mas esta manhã elevou o mesmo para laranja, activado quando existe “situação de perigo, com condições para a ocorrência de fenómenos invulgares que podem causar danos a pessoas e bens, colocando em causa a sua segurança”.

A Protecção Civil recomenda, assim, a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de objectos que possam ser arrastados, assim como limpeza dos bueiros, algerozes, caleiras e respectivos sistemas de escoamento.

Condições favoráveis à ocorrência de trovoadas

Para o dia de hoje, o Instituto de Meteorologia prevê céu muito nublado, com períodos de chuva, que será temporariamente forte, e existindo ainda condições favoráveis à ocorrência de trovoadas.

O Instituto de Meteorologia prevê ainda uma ligeira descida da temperatura máxima, com o Porto e Faro a registarem 21 graus Celsius, 22º em Ponta Delgada, 23º em Lisboa e 26º no Funchal.

O vento será moderado a forte (30 a 45 quilómetros por hora) do quadrante sul, temporariamente forte (45 a 55 km/h), com rajadas que poderão atingir os 90 km/h no litoral oeste. Nas terras altas, porém, o vento soprará forte a muito forte (40 a 60 km/h) do quadrante sul, com rajadas até 110 km/h.

Relativamente ao estado do mar na costa ocidental, as ondas serão de sudoeste com três a quatro metros, aumentando depois para os quatro ou cinco metros. Na costa sul, as ondas de sudoeste terão dois a três metros, aumentando depois para os três a quatro metros. As barras de Caminha, Vila Praia de Âncora e São Martinho do Porto foram encerradas.




Fonte: Publico

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U2: Previsão de chuva para domingo


O segundo concerto dos U2, em Coimbra, a realizar domingo, poderá decorrer à chuva, de acordo com a previsão do Instituto de Meteorologia.

Para domingo o Instituto de Meteorologia prevê céu geralmente muito nublado e períodos de chuva.

A precipitação será por vezes forte nas regiões do Norte e Centro, em especial no Minho e Douro Litoral e o vento moderado a forte de sudoeste.

Apesar da ameaça de chuva, a produtora Ritmos & Blues, promotora dos concertos dos U2, garante que os concertos da banda irlandesa se realizam, independentemente das condições climatéricas.

No entanto, o guarda-chuva é um dos objectos com entrada vedada no estádio Cidade de Coimbra.

No sábado, dia da primeira apresentação dos U2 em Coimbra, a previsão afasta a hipótese de chuva, com céu pouco nublado, embora com períodos de muito nublado e vento moderado.



Fonte: JN

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Vem aí mais calor


O calor vai continuar forte até sábado, mas na Foz do Arelho o vento do mar não vem apenas fresquinho, chega mesmo frio. No Oeste "está-se bem".

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) decidiu passar para o alerta máximo (vermelho) os distritos de Lisboa, Santarém, Setúbal, Portalegre, Évora e Beja, devido às elevadas temperaturas que se têm feito sentir nos últimos dias e que se devem prolongar até sábado, segundo o Instituto de Meteorologia (IM).

O alerta vermelho accionado para hoje significa que os cuidados devem ser redobrados porque as "temperaturas muito elevadas podem trazer graves problemas para a saúde". Nos restantes distritos mantém-se o alerta amarelo e o Porto e Viana do Castelo continuam com o verde.

A passagem para alerta máximo é determinada também pelas elevadas temperaturas mínimas que se têm feito sentir e pelo grande número de incêndios, entre outros factores, adiantou ao PÚBLICO o chefe da Divisão de Saúde Ambiental da DGS, Paulo Diegues.

O alerta vermelho implica que as administrações regionais de saúde tomem medidas suplementares, que passam pelo reforço das equipas nos serviços de saúde. Por enquanto, a procura dos serviços de urgência aumentou apenas ligeiramente.

O calor vai continuar em Portugal continental até sábado. As temperaturas voltarão a subir hoje, com previsão de 40 graus em Évora, 39 em Lisboa e Beja, e 38 em Setúbal, Santarém e Castelo Branco. Em Portalegre, a noite será quente como se fosse dia, não devendo a temperatura mínima descer abaixo dos 29 graus.

Mas há excepções, claro. Ontem, nas Caldas da Rainha estavam 28 graus. E na Foz do Arelho uns agradáveis 23 graus. Para mês de Julho, a praia está invulgarmente pouco povoada e até nem é difícil encontrar estacionamento.

Bandeira vermelha. O mar está batido e do oceano não sopra uma brisa fresquinha, mas sim um verdadeiro vento frio. Por isso, os veraneantes deixaram quase deserta a praia atlântica e concentram-se junto à lagoa, protegidos do vento, em torno de uma gigantesca poça onde as crianças tomam banho.

Do lado do mar, até o nadador-salvador tem um blusão vestido e vigia meia dúzia de banhistas estendidos nas toalhas. O céu está limpo. Não se vê uma nuvem, mas a típica neblina do Oeste não deixa que se avistem as Berlengas nem, sequer, Peniche lá ao fundo.

"Assim é que se está bem. Nem calor nem frio". O comentário de um recém-chegado à praia resume o "estado da arte" no que toca à meteorologia da região. O resto do país escalda. No Oeste "está-se bem".

Não por acaso, as Caldas da Rainha era sítio privilegiado de veraneio, não só da aristocracia lisboeta desde os finais do séc. XIX até à segunda metade do séc. XX, como também de famílias alentejanas e de muitos espanhóis de Badajoz, que ali procuravam refúgio durante os meses de estio.

Hoje, de termal, a cidade já só quase guarda a memória, mas o clima ameno mantém-se. Por isso, nos últimos dias, à hora do calor, quando no resto do país a ruas ficam desertas e as pessoas fogem à canícula, nas Caldas o centro fervilha de gente às compras, as esplanadas estão cheias e o comércio parece mais vivo do que nunca.

Para muitos caldenses, 28 graus é calor a mais, mas para muitos forasteiros, são uma bênção. Ou até uma excentricidade: Antónia Troya, uma andaluza de férias na região, está ao telemóvel e vai contando entusiasmada para as amigas de Sevilha: "E aqui à noite até durmo com uma manta por cima".

Poluição

Algumas regiões do Centro e de Lisboa e Vale do Tejo ultrapassaram os níveis de ozono sobre os quais é necessário avisar a população para as consequências na saúde, mas a Quercus alerta que a informação não está a chegar em todos os casos.

Esta situação "já tem consequências para a saúde pública. Provoca desconforto ao nível das vias respiratórias e pode acentuar sintomas das doenças que as pessoas já têm", como no caso da asma, avança a associação.



Fonte: Público

POSTED BY Mari
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