O lince-ibérico está de regresso
O canal NGC Portugal exibe documentário único sobre a espécie do felino que está em vias de extinção.
O National Geographic Channel (NGC) Portugal apresenta, a 3 de Outubro (21h30), um documentário único dedicado ao lince-ibérico, a espécie de felídeo (ou felino) mais ameaçada do Planeta e que estava, originalmente, confinado apenas à Península Ibérica. ‘Em Portugal: A Última Esperança do Lince-ibérico’ é o título do documentário que mostra como se realiza a criação em cativeiro deste animal, com o objectivo de o devolver a Portugal, de onde desapareceu nos anos 90. As filmagens decorreram nos centros da rede ibérica de reprodução em cativeiro em Espanha e no Centro Nacional de Reprodução do Lince-ibérico, em Silves, bem como em laboratórios clínicos em Zurique, na Suíça.
De referir que o NGC já produziu outros documentários em Portugal, nomeadamente: ‘A Criar Natureza: Oceanário de Lisboa’ (2007); ‘Portugal: Um Outro Olhar (2007); e ‘A Criar Natureza: Jardim Zoológico de Lisboa’ (2009).
Fonte: CM
O National Geographic Channel (NGC) Portugal apresenta, a 3 de Outubro (21h30), um documentário único dedicado ao lince-ibérico, a espécie de felídeo (ou felino) mais ameaçada do Planeta e que estava, originalmente, confinado apenas à Península Ibérica. ‘Em Portugal: A Última Esperança do Lince-ibérico’ é o título do documentário que mostra como se realiza a criação em cativeiro deste animal, com o objectivo de o devolver a Portugal, de onde desapareceu nos anos 90. As filmagens decorreram nos centros da rede ibérica de reprodução em cativeiro em Espanha e no Centro Nacional de Reprodução do Lince-ibérico, em Silves, bem como em laboratórios clínicos em Zurique, na Suíça.
De referir que o NGC já produziu outros documentários em Portugal, nomeadamente: ‘A Criar Natureza: Oceanário de Lisboa’ (2007); ‘Portugal: Um Outro Olhar (2007); e ‘A Criar Natureza: Jardim Zoológico de Lisboa’ (2009).
Fonte: CM
As Sete Maravilhas Naturais de Portugal
O arquipélago dos Açores foi o grande vencedor das «Sete Maravilhas Naturais de Portugal», tendo sido a única região do país que conseguiu duas vitórias na declaração que decorreu este sábado em Ponta Delgada, avança a agência Lusa.
Na região dos Açores, os portugueses escolheram a Lagoa das Sete Cidades, que venceu a categoria Zonas Aquáticas não Marinhas, derrotando as Portas de Ródão e o Vale do Douro, e a Paisagem Vulcânica do Pico, que ganhou a categoria Grandes Relevos, que disputava com o Parque Natural da Arrábida e o Vale Glaciar do Zêzere, na Serra da Estrela.
Na categoria Praias e Falésias, a «maravilha» natural escolhida pelos portugueses foi o Portinho da Arrábida, distrito de Setúbal, que venceu o Pontal da Carrapateira e a Praia de Porto Santo.
A Floresta Laurissilva da Madeira venceu a categoria Florestas e Matas, que disputava a vitória com a Mata Nacional do Buçaco e a Paisagem Cultural de Sintra.
Na categoria Grutas e Cavernas, a vitória foi para as Grutas de Mira de Aire, derrotando o Algar do Carvão e a Furna do Enxofre, ambas nos Açores.
A Ria Formosa, no Algarve, conquistou a categoria Zonas Marinhas, obtendo mais votos que o Arquipélago das Berlengas e a Ponta de Sagres.
Na categoria de Zonas Protegidas, a vitória foi para o Parque Nacional da Peneda-Gerês, que derrotou o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e a Reserva Natural da Lagoa do Fogo.
Os Açores eram uma das regiões portuguesas com mais candidaturas, apresentando cinco, tantas como a região Centro do país, seguindo-se Algarve e Lisboa e Vale do Tejo, com três cada, o Norte e a Madeira, com duas cada, e o Alentejo com a restante.
As «Sete Maravilhas Naturais de Portugal» foram divulgadas num espectáculo em Ponta Delgada, Açores, na sequência do resultado de uma votação que registou 656 356 votos.
Fonte: IOL
Na região dos Açores, os portugueses escolheram a Lagoa das Sete Cidades, que venceu a categoria Zonas Aquáticas não Marinhas, derrotando as Portas de Ródão e o Vale do Douro, e a Paisagem Vulcânica do Pico, que ganhou a categoria Grandes Relevos, que disputava com o Parque Natural da Arrábida e o Vale Glaciar do Zêzere, na Serra da Estrela.
Na categoria Praias e Falésias, a «maravilha» natural escolhida pelos portugueses foi o Portinho da Arrábida, distrito de Setúbal, que venceu o Pontal da Carrapateira e a Praia de Porto Santo.
A Floresta Laurissilva da Madeira venceu a categoria Florestas e Matas, que disputava a vitória com a Mata Nacional do Buçaco e a Paisagem Cultural de Sintra.
Na categoria Grutas e Cavernas, a vitória foi para as Grutas de Mira de Aire, derrotando o Algar do Carvão e a Furna do Enxofre, ambas nos Açores.
A Ria Formosa, no Algarve, conquistou a categoria Zonas Marinhas, obtendo mais votos que o Arquipélago das Berlengas e a Ponta de Sagres.
Na categoria de Zonas Protegidas, a vitória foi para o Parque Nacional da Peneda-Gerês, que derrotou o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e a Reserva Natural da Lagoa do Fogo.
Os Açores eram uma das regiões portuguesas com mais candidaturas, apresentando cinco, tantas como a região Centro do país, seguindo-se Algarve e Lisboa e Vale do Tejo, com três cada, o Norte e a Madeira, com duas cada, e o Alentejo com a restante.
As «Sete Maravilhas Naturais de Portugal» foram divulgadas num espectáculo em Ponta Delgada, Açores, na sequência do resultado de uma votação que registou 656 356 votos.
Fonte: IOL
'Limpar Portugal' não se vai repetir
A coordenação nacional do projecto «Limpar Portugal», que em Março reuniu 100 mil voluntários na recolha de lixo, considera que o movimento «não deverá ser repetido nos mesmos moldes», disponibilizando-se para apoiar todas as iniciativas locais ou regionais.
Numa comunicação enviada ao Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade e divulgada esta sexta-feira, a organização justifica a decisão com «motivos já discutidos, nomeadamente não se criar um sentimento de obrigação aos voluntários nem uma ideia de que não faz mal sujar porque os voluntários virão limpar».
O coordenador Paulo Torres sublinha, contudo, que todas as actividades desenvolvidas dentro do mesmo espírito voluntário serão apoiadas pelo movimento. «Deixo pessoalmente aqui o desafio para que organizações locais, juntas de freguesia, municípios, parques naturais se organizem em diversas iniciativas similares ao "Limpar Portugal" e até limpeza de matos (para prevenção de incêndios», acrescenta o responsável, sugerindo, por exemplo, o dia 19 de Março de 2011.
Paulo Torres considera ainda que a acção deste ano, que motivou a recolha de mais de 70 mil toneladas de lixo a 20 de Março, conseguiu alertar toda a população para o problema da poluição e, em particular, da que as florestas são alvo.
Inspirado numa iniciativa desenvolvida na Estónia em 2008, o «Limpar Portugal» destinou-se a reunir num só dia milhares de pessoas para recolherem resíduos depositados ilegalmente em florestas e outras áreas de todo o país. O projecto teve o alto patrocínio do Presidente da República, que, à semelhança da ministra e do secretário de Estado do Ambiente, participou em acções.
Fonte: IOL
Numa comunicação enviada ao Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade e divulgada esta sexta-feira, a organização justifica a decisão com «motivos já discutidos, nomeadamente não se criar um sentimento de obrigação aos voluntários nem uma ideia de que não faz mal sujar porque os voluntários virão limpar».
O coordenador Paulo Torres sublinha, contudo, que todas as actividades desenvolvidas dentro do mesmo espírito voluntário serão apoiadas pelo movimento. «Deixo pessoalmente aqui o desafio para que organizações locais, juntas de freguesia, municípios, parques naturais se organizem em diversas iniciativas similares ao "Limpar Portugal" e até limpeza de matos (para prevenção de incêndios», acrescenta o responsável, sugerindo, por exemplo, o dia 19 de Março de 2011.
Paulo Torres considera ainda que a acção deste ano, que motivou a recolha de mais de 70 mil toneladas de lixo a 20 de Março, conseguiu alertar toda a população para o problema da poluição e, em particular, da que as florestas são alvo.
Inspirado numa iniciativa desenvolvida na Estónia em 2008, o «Limpar Portugal» destinou-se a reunir num só dia milhares de pessoas para recolherem resíduos depositados ilegalmente em florestas e outras áreas de todo o país. O projecto teve o alto patrocínio do Presidente da República, que, à semelhança da ministra e do secretário de Estado do Ambiente, participou em acções.
Fonte: IOL



