Star Wars como série de animação
Inspirada pelos episódios especiais da série satírica Family Guy sobre os famosos filmes, a produtora de George Lucas procura agora começar a sua própria paródia da Guerra das Estrelas.
A notícia chegou pela voz do responsável legal da Lucasfilms, o advogado Howard Roffman, que avançou com a confirmação que a nova série irá estrear “algures dentro dos próximos dois anos.”
Inspirados nos três episódios de Family Guy, baseados na primeira trilogia da Guerra das Estrelas, os donos da franchise de ficção científica mais conhecida e rentável do planeta já confirmaram uma das estrelas do programa, o humorista Seth Green (Voz de Chris Griffin), para trabalhar no novo projecto.
Destacado orador na convenção Brand Licensing em Londres, Roffman avisou também que está a ser ponderada uma outra série televisiva baseada no universo da Guerra das Estrelas, sem adiantar a relação narrativa com a saga cinematográfica. “Até decidirmos seguir em frente com o projecto, vamos ter que arranjar primeiro uma forma de produzir a mesma qualidade dos filmes com um orçamento para televisão.”
Fonte: ionline
A notícia chegou pela voz do responsável legal da Lucasfilms, o advogado Howard Roffman, que avançou com a confirmação que a nova série irá estrear “algures dentro dos próximos dois anos.”
Inspirados nos três episódios de Family Guy, baseados na primeira trilogia da Guerra das Estrelas, os donos da franchise de ficção científica mais conhecida e rentável do planeta já confirmaram uma das estrelas do programa, o humorista Seth Green (Voz de Chris Griffin), para trabalhar no novo projecto.
Destacado orador na convenção Brand Licensing em Londres, Roffman avisou também que está a ser ponderada uma outra série televisiva baseada no universo da Guerra das Estrelas, sem adiantar a relação narrativa com a saga cinematográfica. “Até decidirmos seguir em frente com o projecto, vamos ter que arranjar primeiro uma forma de produzir a mesma qualidade dos filmes com um orçamento para televisão.”
Fonte: ionline
O Inverno chega às televisões nacionais
No Syfy, canal dedicado às séries de culto na onda do fantástico, estreia hoje em Portugal a mais recente sensação mundial no campo da fantasia épica: “A Guerra dos Tronos”.
Produzida pela HBO, reconhecida globalmente por algumas das séries mais bem-sucedidas dos últimos anos, como “Os Sopranos” ou “Sangue Fresco”, esta nova oferta televisiva é baseada na saga literária “As Crónicas de Gelo e Fogo”, do mítico escritor George R.R. Martin. Após a estreia, a série fez um percurso alucinante, conquistando não só a aclamação da crítica mas também o carinho do público, que já se materializa numa sólida base de seguidores. Desde o lançamento da adaptação televisiva, a saga literária obteve um crescimento exponencial nas vendas por todo o mundo, incluindo a presença nos tops de vendas nacionais há largos meses.
Verdade seja dita, entrar numa livraria nos dias de hoje é sinónimo de encontrar as obras de Martin de pé e cal nos destaques. As capas originais, agora camufladas pela imagem de Sean Bean (actor que encarna Eddard Stark, personagem central da primeira temporada) sentado no mítico trono de ferro, albergam o apelativo slogan “a mais importante história de fantasia desde que Bilbo encontrou o anel”. Mesmo que o leitor tenha medo de ir ao engano, não deixa de ser notável que os críticos coloquem a história das intrigas medievais em Westeros (continente onde se joga a guerra dos tronos) muito perto da Terra Média. Para gáudio dos fãs do género, que sonham com a vida imortal da herança Tolkien, a premissa nem é assim tão descabida.
A primeira temporada, que chega agora às televisões portuguesas, é o resultado da adaptação dos dois primeiros volumes da saga, “A Guerra dos Tronos” e “A Muralha de Gelo”, divididos em 10 episódios de uma hora cada. G. R. R. Martin, um veterano nas lides dos argumentos para cinema, sabe como contar uma história cativante e prender a ferros o leitor (agora espectador) atento, mesmo que isso signifique uma espécie de suicídio comercial. É que, ao longo d’“A Guerra dos Tronos”, o leitor não pode esperar encontrar a típica jornada do herói, onde os bons prevalecem e os maus são castigados. Avisa-se desde já que Martin não tem qualquer problema em chacinar as suas personagens favoritas, mesmo quando se tornam as mais queridas do público. Pelo lado positivo, mantém um sentimento de perigo iminente e a incerteza constante sobre o que poderá acontecer.
Nesta primeira temporada, pode esperar encontrar todas as semanas o desenvolvimento das intrigas pelo poder em King’s Landing, capital do reinado. Apesar de o continente ser dominado por várias famílias poderosas, como os Stark do norte, os endinheirados Lannister ou os exilados Targaryen, existe apenas um trono de ferro, liderado por Robert Baratheon, centro de todas as lutas pelo poder.
De seu título original “Game of Thrones”, a série teve início nos Estados Unidos em Abril, sendo que apenas dois dias depois da estreia já garantia um contracto milionário para a segunda temporada, a ser lançada na Primavera do próximo ano. Esteve nomeada para os prémios mais importantes da televisão, incluindo os Emmys, onde o actor Peter Dinklage, que interpreta o dúbio e hilariante Tyrion Lannister, conquistou o prémio para melhor actor secundário.
“A Guerra dos Tronos” está disponível a partir de hoje para os assinantes Meo, na 67.ª posição da grelha. Todas as segundas-feiras a partir das 22h15.
Fonte: ionline
Donas de casa desempregadas
“É um dos nossos programa icónicos, pôs-nos no mapa e quero garantir que tem a sua volta de consagração”, disse Paul Lee, presidente da ABC, anunciando o fim de “Donas de Casas Desesperadas” (em Portugal passa na Fox Life e na SIC Mulher). As personagens eram tão populares que até Laura Bush chegou a dizer num jantar na Casa Branca: “Eu sou uma dona de casa desesperada.” Com uma média de 23 milhões de espectadores por episódio no primeiro ano (2004), a queda nas audiências assinou-lhes o óbito. Para o desemprego, as donas de casa levam um bom pé-de-meia: o acordo para a oitava e última temporada, que será exibida em 2012, rendeu a cada uma 8 milhões de euros .
Susan Mayer É a girl next door, a boazinha do grupo, mas também a mais dramática e teatral. Teri Hatcher ganhou um Globo de Ouro pela sua interpretação em “Donas de Casa Desesperadas” e relançou uma carreira que, aos 40 anos, parecia condenada a papéis secundários: teve pequenas aparições em “MacGyver” e “Star Trek: The Next Generation”, foi a repórter Lois Lane em “Lois & Clark: The New Adventures of Superman” e bond girl em “007 - O Amanhã Nunca Morre”. Os 200 mil euros por episódio em “Donas de Casa Desesperadas” fizeram dela uma das actrizes mais bem pagas nos Estados Unidos.
Lynette Scavo A soccermom. A frenética mãe de uma catrefada de filhos que anda sempre com fraldas atrás e por causa da prole se viu obrigada a abdicar da carreira profissional. Felicity Huffman tinha 42 anos quando “Donas de Casa Desesperadas” começou e também ela aproveitou a boleia da série para sair de um anonimato que pequenos papéis em “Lei & Ordem”, “Ficheiros Secretos” ou “Homens do Presidente” não a resgatariam. É casada com William H. Macy (“Fargo”) e ganhou um Emmy pelo seu trabalho na série que acabará em 2012. Protagonizou “Phoebe in Wonderland” (2009) e “Georgia Rule” (2007).
Bree Van de Kamp Se já viu a série “Friends” certamente que se lembrará da personagem de Courteney Cox, Monica Geller, uma maníaca das limpezas. Agora multiplique essa mania por dez e terá Bree Van de Kamp, uma obsessiva dona de casa, excessivamente preocupada em manter as aparências para esconder as tragédias da sua vida pessoal. Tal como Felicity Huffman, Marcia Cross também tinha 42 anos quando “Donas de Casa Desesperadas” começou, mas trazia mais tempo de antena: o seu papel de Dr. Kimberly Shaw em “Melrose Place”, nos anos 90, já a havia apresentado ao público americano.
Gabrielle Solis No bairro dos estereótipos, falta a quarta vizinha. Uma mexicana que nasceu pobre, emigrou para os Estados Unidos e, valendo-se dos seus atributos físicos, fez carreira na moda e conseguiu um bom casamento (leia-se um marido endinheirado). Consegue tudo o que quer graças a um irresistível poder de sedução. Eva Longoria nasceu nos Estados Unidos, ganhou um concurso de Miss e também conseguiu um bom casamento: com o basquetebolista Tony Parker. Divorciou-se em 2010, mas o contracto com a L’Oreal e vários negócios de cosmética deram-lhe o quarto lugar na lista “Top-Earning Women”, da “Forbes”, em 2010.
Fonte: ionline
Susan Mayer É a girl next door, a boazinha do grupo, mas também a mais dramática e teatral. Teri Hatcher ganhou um Globo de Ouro pela sua interpretação em “Donas de Casa Desesperadas” e relançou uma carreira que, aos 40 anos, parecia condenada a papéis secundários: teve pequenas aparições em “MacGyver” e “Star Trek: The Next Generation”, foi a repórter Lois Lane em “Lois & Clark: The New Adventures of Superman” e bond girl em “007 - O Amanhã Nunca Morre”. Os 200 mil euros por episódio em “Donas de Casa Desesperadas” fizeram dela uma das actrizes mais bem pagas nos Estados Unidos.
Lynette Scavo A soccermom. A frenética mãe de uma catrefada de filhos que anda sempre com fraldas atrás e por causa da prole se viu obrigada a abdicar da carreira profissional. Felicity Huffman tinha 42 anos quando “Donas de Casa Desesperadas” começou e também ela aproveitou a boleia da série para sair de um anonimato que pequenos papéis em “Lei & Ordem”, “Ficheiros Secretos” ou “Homens do Presidente” não a resgatariam. É casada com William H. Macy (“Fargo”) e ganhou um Emmy pelo seu trabalho na série que acabará em 2012. Protagonizou “Phoebe in Wonderland” (2009) e “Georgia Rule” (2007).
Bree Van de Kamp Se já viu a série “Friends” certamente que se lembrará da personagem de Courteney Cox, Monica Geller, uma maníaca das limpezas. Agora multiplique essa mania por dez e terá Bree Van de Kamp, uma obsessiva dona de casa, excessivamente preocupada em manter as aparências para esconder as tragédias da sua vida pessoal. Tal como Felicity Huffman, Marcia Cross também tinha 42 anos quando “Donas de Casa Desesperadas” começou, mas trazia mais tempo de antena: o seu papel de Dr. Kimberly Shaw em “Melrose Place”, nos anos 90, já a havia apresentado ao público americano.
Gabrielle Solis No bairro dos estereótipos, falta a quarta vizinha. Uma mexicana que nasceu pobre, emigrou para os Estados Unidos e, valendo-se dos seus atributos físicos, fez carreira na moda e conseguiu um bom casamento (leia-se um marido endinheirado). Consegue tudo o que quer graças a um irresistível poder de sedução. Eva Longoria nasceu nos Estados Unidos, ganhou um concurso de Miss e também conseguiu um bom casamento: com o basquetebolista Tony Parker. Divorciou-se em 2010, mas o contracto com a L’Oreal e vários negócios de cosmética deram-lhe o quarto lugar na lista “Top-Earning Women”, da “Forbes”, em 2010.
Fonte: ionline



