Forbes: Obama lidera lista
Segundo a revista, a lista foi elaborada de acordo com quatro parâmetros: a influência da pessoa sobre muitas outras pessoas; a quantidade de recursos financeiros controlados por ela; em quantas áreas a pessoa pode ser considerada poderosa e, finalmente, se o escolhido efectivamente utiliza o seu poder.
Não só Obama lidera a lista como o seu governo conta ainda com outro grande nome na lista. A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, está em 17º lugar.
Bill Clinton e a mulher, Hillary, aparecem na lista Segundo a «Forbes», pela dura tarefa que tem à sua frente. «Precisam de lidar com duas guerras no exterior, resolver o conflito israelo-palestiniano, melhorar a imagem dos EUA no exterior, controlar o Irão e a Coreia do Norte».
Bill Clinton aliás, um dos presidentes mais populares do país, aparece em 31º lugar por «ainda ter um papel poderoso no cenário global». A revista cita o seu mais recente feito, a libertação de duas jornalistas americanas condenadas a 12 anos de trabalho forçado na Coreia do Norte.
O Brasil é representado pela 33ª posição do presidente Lula, acima de líderes da França, Rússia, Paquistão, Índia, Israel e Japão.
Pouco abaixo de Lula, na 37ª posição, Osama bin Laden aparece como o terrorista mais poderoso do mundo e que «não pode usar um telefone».
A lista traz ainda outros nomes de chefes de Governo e de Estado. Do outro lado do mundo, o presidente chinês, Hu Jintao, ocupa a segunda posição por governar uma população de 1,3 mil milhões de pessoas e uma economia que «segundo estimativas confiáveis, pode derrubar a liderança dos EUA em 25 anos».
Já a Rússia ficou com o terceiro lugar, com Vladimir Putin como o primeiro-ministro «vastamente mais poderoso que o chefe de Estado, o presidente Dmitry Medvedev» - que, por sua vez, aparece somente na 43ª posição.
A lista de líderes inclui, entre outros, ainda o norte-coreano Kim (em 24º), o primeiro-ministro japonês Yukio Hatoyama (35º), o primeiro-ministro paquistanês, Syed Yousaf Raza Gilani (em 38º) e o presidente francês, Nicolas Sarkozy (em 56º).
Fonte: Diário Digital
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