“Laços de Sangue” vence segundo Emmy
A co-produção da SIC e da TV Globo “Laços de Sangue” conquistou, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, o Emmy de melhor telenovela. Esta é a segunda vez que a ficção nacional e a televisão portuguesa recebem uma distinção internacional.
A telenovela da SIC, cujo último episódio foi para o ar em Outubro e que teve um milhão e meio de espectadores, juntou no pequeno ecrã nomes como Diana Chaves, Diogo Morgado, Joana Santos, Lia Gama, Custódia Gallego e João Ricardo, foi nomeada na categoria de Melhor Novela Internacional, vencendo as concorrentes "Araguaia" (Brasil), também uma produção da TV Globo, "Contra las Cuerdas" (Argentina), e "Precious Hearts Romances presents: Impostor" (Filipinas).
A produção nacional, com direcção de argumento de Pedro Lopes da SP Televisão e coordenação de Aguinaldo Silva da TV Globo, conta a história de duas irmãs (Diana Chaves e Joana Santos) separadas na infância depois de um trágico acidente e que se voltam a encontrar anos mais tarde, envolvendo-se num triângulo amoroso, marcado pelos planos de vingança da irmã que em pequena acabou por ser adoptada e afastada da sua família biológica.
"'Laços de Sangue’ é uma história fortemente enraizada na realidade portuguesa, de dramas e conflitos próprios de uma sociedade contemporânea, mas onde o amor continua a ter papel central na vida de qualquer um. Uma novela de mulheres de armas, que, contra todas as contrariedades, decidiram arregaçar as mangas e lutar pelo sonho em que acreditam", pode-se ler na apresentação da novela.
Na edição dos Emmys deste ano, o Brasil era o país com mais nomeações (sete) mas acabou por sair da cerimónia sem nenhuma estatueta, tendo sido o Reino Unido o grande vencedor da noite ao arrecadar cinco prémios, incluindo o de melhor actriz para Julie Walters e melhor actor para Christopher Eccleston. A série "Accused", que retrata as histórias de suspeitos acusados de crimes que aguardam julgamento em prisão, venceu na categoria de melhor drama, enquanto o programa britânico “The World’s Strictest Parents”, da Twenty Television, foi considerado o melhor programa de entretenimento sem guião e "Gareth Malone Goes to Glyndebourne", o melhor programa com guião.
A par de Portugal, com um galardão cada esteve a Bélgica (Melhor Comédia para "Benidorm Bastards"), o Canadá (Melhor Documentário com "Life with murder" e a Suécia (Melhor Minissérie ou Telefilme para "Millennium"), destacando-se ainda o programa chileno “Con qué sueñas?”, da cadeia TVN, considerado o melhor programa infantil e juvenil, e que conquistou o primeiro Emmy para o Chile.
Em 2010, a telenovela portuguesa da TVI "Meu Amor", uma produção da Plural Portugal, escrita por António Barreira, protagonizada por Rita Pereira, Margarida Marinho e Alexandra Lencastre, fez história na televisão ao arrecadar o primeiro Emmy para Portugal, também na categoria de Melhor Telenovela.
A 39ª edição dos Emmys internacionais, atribuídos pela Academia Internacional das Artes e Ciências da Televisão dos Estados Unidos e que premeiam o que de melhor se faz nas televisões de todo o mundo, excluindo as americanas, que têm um evento exclusivamente dedicado às suas produções, foi apresentada por Jason Prestley e contou com a presença de Lady Gaga.
Fonte: Público
A telenovela da SIC, cujo último episódio foi para o ar em Outubro e que teve um milhão e meio de espectadores, juntou no pequeno ecrã nomes como Diana Chaves, Diogo Morgado, Joana Santos, Lia Gama, Custódia Gallego e João Ricardo, foi nomeada na categoria de Melhor Novela Internacional, vencendo as concorrentes "Araguaia" (Brasil), também uma produção da TV Globo, "Contra las Cuerdas" (Argentina), e "Precious Hearts Romances presents: Impostor" (Filipinas).
A produção nacional, com direcção de argumento de Pedro Lopes da SP Televisão e coordenação de Aguinaldo Silva da TV Globo, conta a história de duas irmãs (Diana Chaves e Joana Santos) separadas na infância depois de um trágico acidente e que se voltam a encontrar anos mais tarde, envolvendo-se num triângulo amoroso, marcado pelos planos de vingança da irmã que em pequena acabou por ser adoptada e afastada da sua família biológica.
"'Laços de Sangue’ é uma história fortemente enraizada na realidade portuguesa, de dramas e conflitos próprios de uma sociedade contemporânea, mas onde o amor continua a ter papel central na vida de qualquer um. Uma novela de mulheres de armas, que, contra todas as contrariedades, decidiram arregaçar as mangas e lutar pelo sonho em que acreditam", pode-se ler na apresentação da novela.
Na edição dos Emmys deste ano, o Brasil era o país com mais nomeações (sete) mas acabou por sair da cerimónia sem nenhuma estatueta, tendo sido o Reino Unido o grande vencedor da noite ao arrecadar cinco prémios, incluindo o de melhor actriz para Julie Walters e melhor actor para Christopher Eccleston. A série "Accused", que retrata as histórias de suspeitos acusados de crimes que aguardam julgamento em prisão, venceu na categoria de melhor drama, enquanto o programa britânico “The World’s Strictest Parents”, da Twenty Television, foi considerado o melhor programa de entretenimento sem guião e "Gareth Malone Goes to Glyndebourne", o melhor programa com guião.
A par de Portugal, com um galardão cada esteve a Bélgica (Melhor Comédia para "Benidorm Bastards"), o Canadá (Melhor Documentário com "Life with murder" e a Suécia (Melhor Minissérie ou Telefilme para "Millennium"), destacando-se ainda o programa chileno “Con qué sueñas?”, da cadeia TVN, considerado o melhor programa infantil e juvenil, e que conquistou o primeiro Emmy para o Chile.
Em 2010, a telenovela portuguesa da TVI "Meu Amor", uma produção da Plural Portugal, escrita por António Barreira, protagonizada por Rita Pereira, Margarida Marinho e Alexandra Lencastre, fez história na televisão ao arrecadar o primeiro Emmy para Portugal, também na categoria de Melhor Telenovela.
A 39ª edição dos Emmys internacionais, atribuídos pela Academia Internacional das Artes e Ciências da Televisão dos Estados Unidos e que premeiam o que de melhor se faz nas televisões de todo o mundo, excluindo as americanas, que têm um evento exclusivamente dedicado às suas produções, foi apresentada por Jason Prestley e contou com a presença de Lady Gaga.
Fonte: Público
Star Wars como série de animação
Inspirada pelos episódios especiais da série satírica Family Guy sobre os famosos filmes, a produtora de George Lucas procura agora começar a sua própria paródia da Guerra das Estrelas.
A notícia chegou pela voz do responsável legal da Lucasfilms, o advogado Howard Roffman, que avançou com a confirmação que a nova série irá estrear “algures dentro dos próximos dois anos.”
Inspirados nos três episódios de Family Guy, baseados na primeira trilogia da Guerra das Estrelas, os donos da franchise de ficção científica mais conhecida e rentável do planeta já confirmaram uma das estrelas do programa, o humorista Seth Green (Voz de Chris Griffin), para trabalhar no novo projecto.
Destacado orador na convenção Brand Licensing em Londres, Roffman avisou também que está a ser ponderada uma outra série televisiva baseada no universo da Guerra das Estrelas, sem adiantar a relação narrativa com a saga cinematográfica. “Até decidirmos seguir em frente com o projecto, vamos ter que arranjar primeiro uma forma de produzir a mesma qualidade dos filmes com um orçamento para televisão.”
Fonte: ionline
A notícia chegou pela voz do responsável legal da Lucasfilms, o advogado Howard Roffman, que avançou com a confirmação que a nova série irá estrear “algures dentro dos próximos dois anos.”
Inspirados nos três episódios de Family Guy, baseados na primeira trilogia da Guerra das Estrelas, os donos da franchise de ficção científica mais conhecida e rentável do planeta já confirmaram uma das estrelas do programa, o humorista Seth Green (Voz de Chris Griffin), para trabalhar no novo projecto.
Destacado orador na convenção Brand Licensing em Londres, Roffman avisou também que está a ser ponderada uma outra série televisiva baseada no universo da Guerra das Estrelas, sem adiantar a relação narrativa com a saga cinematográfica. “Até decidirmos seguir em frente com o projecto, vamos ter que arranjar primeiro uma forma de produzir a mesma qualidade dos filmes com um orçamento para televisão.”
Fonte: ionline
O Inverno chega às televisões nacionais
No Syfy, canal dedicado às séries de culto na onda do fantástico, estreia hoje em Portugal a mais recente sensação mundial no campo da fantasia épica: “A Guerra dos Tronos”.
Produzida pela HBO, reconhecida globalmente por algumas das séries mais bem-sucedidas dos últimos anos, como “Os Sopranos” ou “Sangue Fresco”, esta nova oferta televisiva é baseada na saga literária “As Crónicas de Gelo e Fogo”, do mítico escritor George R.R. Martin. Após a estreia, a série fez um percurso alucinante, conquistando não só a aclamação da crítica mas também o carinho do público, que já se materializa numa sólida base de seguidores. Desde o lançamento da adaptação televisiva, a saga literária obteve um crescimento exponencial nas vendas por todo o mundo, incluindo a presença nos tops de vendas nacionais há largos meses.
Verdade seja dita, entrar numa livraria nos dias de hoje é sinónimo de encontrar as obras de Martin de pé e cal nos destaques. As capas originais, agora camufladas pela imagem de Sean Bean (actor que encarna Eddard Stark, personagem central da primeira temporada) sentado no mítico trono de ferro, albergam o apelativo slogan “a mais importante história de fantasia desde que Bilbo encontrou o anel”. Mesmo que o leitor tenha medo de ir ao engano, não deixa de ser notável que os críticos coloquem a história das intrigas medievais em Westeros (continente onde se joga a guerra dos tronos) muito perto da Terra Média. Para gáudio dos fãs do género, que sonham com a vida imortal da herança Tolkien, a premissa nem é assim tão descabida.
A primeira temporada, que chega agora às televisões portuguesas, é o resultado da adaptação dos dois primeiros volumes da saga, “A Guerra dos Tronos” e “A Muralha de Gelo”, divididos em 10 episódios de uma hora cada. G. R. R. Martin, um veterano nas lides dos argumentos para cinema, sabe como contar uma história cativante e prender a ferros o leitor (agora espectador) atento, mesmo que isso signifique uma espécie de suicídio comercial. É que, ao longo d’“A Guerra dos Tronos”, o leitor não pode esperar encontrar a típica jornada do herói, onde os bons prevalecem e os maus são castigados. Avisa-se desde já que Martin não tem qualquer problema em chacinar as suas personagens favoritas, mesmo quando se tornam as mais queridas do público. Pelo lado positivo, mantém um sentimento de perigo iminente e a incerteza constante sobre o que poderá acontecer.
Nesta primeira temporada, pode esperar encontrar todas as semanas o desenvolvimento das intrigas pelo poder em King’s Landing, capital do reinado. Apesar de o continente ser dominado por várias famílias poderosas, como os Stark do norte, os endinheirados Lannister ou os exilados Targaryen, existe apenas um trono de ferro, liderado por Robert Baratheon, centro de todas as lutas pelo poder.
De seu título original “Game of Thrones”, a série teve início nos Estados Unidos em Abril, sendo que apenas dois dias depois da estreia já garantia um contracto milionário para a segunda temporada, a ser lançada na Primavera do próximo ano. Esteve nomeada para os prémios mais importantes da televisão, incluindo os Emmys, onde o actor Peter Dinklage, que interpreta o dúbio e hilariante Tyrion Lannister, conquistou o prémio para melhor actor secundário.
“A Guerra dos Tronos” está disponível a partir de hoje para os assinantes Meo, na 67.ª posição da grelha. Todas as segundas-feiras a partir das 22h15.
Fonte: ionline


